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O novo rei é americano

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Nem M5, nem E 63, nem S6: o mais potente sedã na
categoria é a segunda geração do Cadillac CTS-V

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
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Há quase cinco anos a Cadillac, divisão de luxo da General Motors que vem se destacando também em esportividade, apresentou sua resposta aos sedãs de alto desempenho alemães: o CTS-V, uma versão do CTS com o motor V8 de 5,7 litros e 400 cv então usado pelo Chevrolet Corvette. De lá para cá, o Corvette mudou de geração, passou a 6,0 e depois 6,2 litros e o próprio CTS foi reformulado. Era o momento de lançar um novo "V".

O que agora está sob o capô é uma versão "mansa" do V8 LS9 que faz sua estréia no Corvette ZR-1: mantém os 6,2 litros e o compressor, mas entrega às rodas traseiras a potência de 550 cv e o torque de 76 m.kgf, ante 620 cv e 84 m.kgf do ZR-1. Fica, ainda assim, à frente em ambos os aspectos do Corvette Z06, que extrai 512 cv e 67 m.kgf de seu V8 aspirado de 7,0 litros.

Mais importante, a Cadillac deixa para trás a Mercedes-Benz com seu E 63 AMG (V8 de 6,2 litros, 514 cv, 64,2 m.kgf), a BMW com o M5 (V10 de 5,0 litros, 507 cv, 53 m.kgf) e a Audi com o S6 (V10 de 5,2 litros, 420 cv, 55,1 m.kgf). Mais potente, só o V10 biturbo da marca das argolas, por enquanto restrito à perua RS6 Avant (580 cv), que mesmo assim perde em torque para o V8 americano (tem 66,3 m.kgf). É uma pena que os dados de desempenho do CTS-V não tenham sido divulgados, mas é lícito esperar pouco mais de quatro segundos na aceleração de 0 a 100 km/h, com máxima de 250 km/h ou superior.

Há seis marchas tanto no câmbio manual quanto no automático (inédito no "V"), que permite mudanças manuais pela alavanca seletora ou pelos comandos no volante. O controle de estabilidade tem quatro modos de atuação e o Performance Traction Management, um controle de tração opcional, foi programado para obter máximo desempenho, sem cortar potência à menor perda de aderência como acontece em muitos casos. Na suspensão os amortecedores contam com ajuste magnético e as rodas são de 19 pol, com tala 9 à frente (pneus 255/40) e 9,5 atrás (com 285/35). Os freios são mais potentes, embora com discos de aço e não os de carbono-cerâmica do ZR-1.

Algumas alterações visuais repetem a receita do CTS-V anterior, como grade em tela, rodas especiais e maiores tomadas de ar, mas desta vez a Cadillac aplicou também um ressalto no capô. Por dentro, os bancos dianteiros Recaro, dotados de amplos apoios laterais, e o volante têm revestimento em microfibra, que lembra camurça e é mais fácil de manter limpo. Para os momentos em que não se quiser ouvir apenas a sinfonia do V8, o sistema de áudio Bose inclui disco rígido de 40 Gb para armazenar músicas.

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Data de publicação: 9/1/08

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